
O Clamor do Silencio
“Acorrentados”
Deslizar lentamente,
No esquecimento,
perder a cabeça devagar,
perder a cabeça devagar,
E qualquer noção de vida,
Pendurado ao nada,
Afogo-me nas memórias,
Cheio de lembranças que não tenho,
Por meses eu tenho vagado,
Por meses eu tenho vagado,
De voltas em voltas deslizar,
De suspeitas de almas,
De suspeitas de almas,
Que se perderam,
Para deleitaram a chama,
Vem a mim vem nos meus,
Para deleitaram a chama,
Vem a mim vem nos meus,
Braços porque me esgoto aos poucos,
Me de a respiração necessária,
Seguidamente a adormeço dentro,
Me de a respiração necessária,
Seguidamente a adormeço dentro,
Do calor do meu abraço,
Você esta acorrentada a mim,
Você esta acorrentada a mim,
Ao meu destino, mas não tenho expectativas,
Leva-me onde eu estou,
Leva-me onde eu estou,
Desaparece finalmente no nada,
E que no nada, seja feito meu fim,
Sem dor, sem lamento,
Apenas um fim rápido, que se perde
Dentro do clamor do silencio.
Por: Luiz Carlos (Lord Lui)
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