Total de visualizações de página

sábado, 26 de maio de 2012



O Clamor do Silencio
    “Acorrentados”

Deslizar lentamente,
No esquecimento,
perder a cabeça devagar,
E qualquer noção de vida,
Pendurado ao nada,
Afogo-me nas memórias,
Cheio de lembranças que não tenho,
Por meses eu tenho vagado,
De voltas em voltas deslizar,
De suspeitas de almas,
Que se perderam,
Para deleitaram a chama,
Vem a mim vem nos meus,
Braços porque me esgoto aos poucos,
Me de a respiração necessária,
Seguidamente a adormeço dentro,
Do calor do meu abraço,
Você esta acorrentada a mim,
Ao meu destino, mas não tenho expectativas,
Leva-me onde eu estou,
Mandando você,
Que a sombra que sou,
Desaparece finalmente no nada,
E que no nada, seja feito meu fim,
Sem dor, sem lamento,
Apenas um fim rápido, que se perde
Dentro do clamor do silencio.

 Por: Luiz Carlos (Lord Lui)

Nenhum comentário:

Postar um comentário